A situação descrita pelos técnicos do Condephaat em 1985 apenas se agravou ao longo do tempo. Parte das construções ainda existentes naquele momento veio a desmoronar. Entretanto, os elementos fundamentais do conjunto industrial se conservam e podem ser, de alguma forma, recuperados e integrados num novo projeto de refuncionalização: a Chaminé; a Torre de Destilação, o Reservatório d’Água sobre o terreno com alguns de seus acessórios; os Tanques de Álcool nas cotas altas do terreno; um setor inteiro do Galpão Principal e algumas fachadas da parte que envolvia a Torre; além do renque de Casas dos Funcionários graduados.

 

A Destilaria Central objetivava a transformação da aguardente de cana-de-açúcar, produzida em larga escala no município, em álcool combustível a ser adicionado à gasolina no período da 2ª. Grande Guerra, época de grandes carências devido ao conflito de escala mundial. Inaugurada em 1943 teve um período relativamente curto de funcionamento, mas suficientemente marcante como símbolo da participação e contribuição da cidade em momento crítico da história do país. Assim se explica o grande esforço empreendido pelo município, na década de 1980, no sentido de seu tombamento junto ao Condephaat e sua aquisição junto ao Instituto do Açúcar e do Álcool – IAA

 

Diretrizes

O projeto de Arquitetura, Restauro e Conservação será desenvolvido pautado nos princípios da Carta de Veneza refuncionalizando o bem tombado no sentido de salvaguardá-lo enquanto objeto arquitetônico e testemunho histórico de episódio marcante da história do município e da nação. A conservação será favorecida por uma função útil que não impacta negativamente a construção original e não altera a disposição da implantação de seus elementos, preserva sua escala e conserva o esquema tradicional. Será feito estudo mais aprofundado com o objetivo de recuperar o significado histórico do fato que o conjunto edificado representa. Pesquisas arqueológicas deverão ser efetuadas no sítio da destilaria.

 

Sempre que possível, máquinas e equipamentos industriais serão conservados como referência ao uso original; por exemplo: uma das fornalhas, os grandes tanques de reserva do álcool, o reservatório d’água, a chaminé.

 

As partes preservadas do conjunto serão tratadas respeitando-se sua materialidade original, obtida a partir de prospecções ou ensaios a serem realizados, bem como das informações das pesquisas em documentos técnicos, históricos ou iconográficos disponíveis.

 

A proposta não contempla hipóteses ou reconstituições conjecturais. Quando indispensáveis funcional, estética ou tecnicamente, as novas intervenções estão destacadas da composição arquitetônica original, marcando a contemporaneidade da intervenção seja pela volumetria seja pelo emprego de materiais diversos - terão suas características construtivas contrastadas com a construção original, por exemplo, a nova cobertura do Galpão Principal.

Os novos elementos – parciais ou construções inteiras - estruturas, pisos e esquadrias - serão construídos com a técnica metálica. Neste sentido, mesmo sendo técnicas disponíveis à época da construção original, com elas serão contrastantes devido à extemporalidade do partido arquitetônico da construção original.

 

Por se tratar de uma construção relativamente recente (1943) e do pouco tempo de utilização não se observa construções ou intervenções de diversas épocas, nem etapas de construção superpostas. Isso deve ocorrer agora, com a proposta de refuncionalização na qual não se pretende a unidade de estilo. As novas intervenções caracterizam-se por materiais e linguagem contemporânea e pelo respeito a todas as partes interessantes do edifício, seu esquema tradicional, o equilíbrio de sua composição e suas relações como meio ambiente.

 

O projeto não propõe a reconstrução dos edifícios demolidos. Os elementos remanescentes de demolições parciais serão, na medida do possível, integrados à nova proposta no sentido de criar diálogo entre o antigo e o novo, mas, sobretudo, de gerar nova espacialidade.

 

Características das ruínas e estado de conservação

Em que pese o tempo destinado às observações e à dificuldade de percorrer todos os espaços devido à impossibilidade de acesso a muitos locais, podemos observar que o conjunto remanescente da Destilaria Central apresenta, de modo geral, estado de arruinamento e abandono, mas, especificamente, destacamos os seguintes aspectos:

 

1. Chaminé: estruturalmente estável;

2. Torre de Destilação: estruturalmente estável, com esquadrias apodrecidas e escadas iniciais demolidas; sem piso no pavimento térreo;

3. Galpão das Fornalhas, Dornas e Administração: estruturalmente estável, sem coberturas e pisos; esquadrias parcialmente retiradas e as remanescentes apodrecidas;

4. Galpão das Dornas: parte oeste completamente demolido; parte leste demolido, apenas a parede da fachada leste estruturalmente ofendida pela queda de uma arvores; sem pisos, com esquadrias destruídas;

5. Depósito: demolido, remanescentes apenas 3 paredes das fachadas (leste, oeste e norte) com instabilidade estrutural; sem pisos e esquadrias;

6. Com exceção das caldeiras semi-demolidas, da Caixa d’Água com seus mecanismos parcialmente destruídos, as bases das dornas, um tanque próximo à chaminé e os grandes tanques na “praça”, todas as demais instalações industriais e equipamentos foram removidos do local.

 

No conjunto arquitetônico da Destilaria os danos são generalizados e, além da ação do tempo, as construções também foram objeto de depredações e vandalismos, com o saque de esquadrias, instalações e materiais diversos. Com exceção da Torre de Destilação, as coberturas e pisos são inexistentes. O lado Norte do Galpão principal conserva as alvenarias, mas o setor Sul, que envolvia a Torre, com exceção da parede fachada Leste (com risco de desmoronamento) está todo demolido. Nas demais construções apenas remanescem algumas fachadas com risco de desabamento devido à ausência travamento estrutural.

 

A vegetação oportunista merece observação específica em função da elevada contribuição ao processo de degradação constatado nos muros, pisos e revestimentos. Identifica-se ainda a infestação de diversos insetos, com expressividade para os xilófagos e formigas.

 

Danos principais observados: desmoronamentos e ausência das coberturas em vários galpões; fissuras e instabilidade estrutural das paredes remanescentes que se encontram isoladas; descolamento de argamassa de revestimento. Na Torre de Destilação análise visual não se detectou danos estruturais.

Principais Patologias observadas: arruinamento dos Galpões remanescentes, vegetação oportunista enraizada nas alvenarias; umidade nas paredes (sobretudo devido à ausência das coberturas); descolamento da argamassa de revestimento, sobretudo na Torre de Destilação; instabilidade das alvenarias “soltas”.

 

intervenções arquitetônicas

As intervenções propostas no conjunto da Destilaria propriamente dita, destinada a abrigar o programa sociocultural e administrativo, apresentam diferentes níveis de interferências, conforme as condições de utilização das diversas construções:

 

1. Torre de Destilação: para garantia de acesso seguro do público é proposta nova circulação vertical composta por escadaria desenhada conforme as normas de segurança e um elevador (padrão comercial) para 8 pessoas, incluindo PNE. Esses novos elementos serão metálicos e inseridos nos espaços vazios internos que serão, assim, preservados. Na cobertura, em substituição ao telhado, propõe-se a construção de laje (com vigamento metálico) constituindo Terraço-Mirante. No 2° pavimento, onde apenas existe o vigamento antigo de concreto, é proposto a construção de piso (constituído por estrado metálico) tornando útil o pavimento. As paredes serão restauradas e conservadas com o revestimento argamassado interna e externamente.

 

2. Galpão Principal (Administração, Fornalhas e Dornas): proposta uma Nova Cobertura reeditando a volumetria original com um novo sistema construtivo (estrutura e telhas metálicas termo-acústicas). Internamente, serão retiradas as alvenarias secundárias, conservando-se as principais de contraventamento do conjunto. No primeiro módulo (oeste), aproveitando o pé-direito elevado, será construído mezanino metálico para concentrar todas as áreas administrativas. Suas alvenarias serão restauradas e conservadas com o revestimento argamassado, interna e externamente. Neste edifício, próximo à Chaminé, ficavam abrigava as duas caldeiras do complexo. Uma delas será restaurada e mantida a título museológico.

 

3. Galpão das Dornas: esta parte do galpão principal está praticamente todo demolida/desmoronado. Trata-se de um volume extremamente importante na configuração do conjunto original e envolvia a Torre de Destilação no térreo com pé-direito elevado. As marcas dessa construção ainda permanecem gravadas nas fachadas da Torre. Integrando-se ao remanescente Leste dessa construção, a proposta é construir uma Nova Cobertura com desenho diverso do original, mas que se ajuste ao remanescente da parede da fachada leste e ao fragmento da fachada sul (frisos e platibanda), bem como ao frontão inserido na Torre que compunham com a antiga construção. Este local será ocupado pelo Restaurante-Escola. No lado Oeste, a laje existente será demolida e, a exemplo da proposta do lado oposto, recompondo a volumetria inicial nova estrutura será construída constituindo-se em local abrigado, mas aberto para o acolhimento do acesso ao Centro pela rua Cel. Joaquim Anselmo Martins.

 

4. Chaminé: símbolo maior da industrialização até quase o final do século XX, será preservada e restaurada, mantida como referência histórica e marco urbano. Permanecerá em tijolos aparentes.

 

5. Novo Galpão Multiuso / antigas paredes do Depósito: inserido nos remanescentes do Galpão do Depósito, hoje praticamente demolido, será construído nova edificação multifuncional, podendo abrigar programas como auditório, teatro, cinema, instalações, exposições, festas, etc. Sua concepção adota volumetria regular e sistema construtivo metálico, paredes externas e coberturas, e implantação que conserva afastamento e independência das paredes remanescentes conservadas do Depósito. A área do palco poderá ser aberta para as áreas externas da Praça-Parque, ampliando as possibilidades cênicas e de público.

 

6. Viela Central e Marquise: eixo de acesso com foco na Chaminé, é fundamental na leitura o esquema original de implantação do conjunto industrial. Sua conservação é importante neste sentido enquanto conecta a Via Interna de Serviço à Praça Central e articula o Galpão Auditório com o Galpão Principal, local dos Espaços Expositivos e Administração, e a partir daí com o Restaurante-Escola e a Torre de Destilação. O ponto de articulação constitui-se numa Marquise de perfis metálicos laminado e telhas termo-acústicas, estruturada nas paredes dos antigos Galpões. Neste caso, reconhece e valoriza alguns eixos fundamentais estabelecidos pelos volumes remanescentes: o eixo Leste-Oeste (Via de Serviços e Praça Central) e o eixo Norte Sul entre o Galpão-Auditório e a Torre de Destilação e a Via Principal.

 

Os acréscimos propostos no conjunto da Destilaria ajustam-se aos remanescentes dos edifícios, partes interessantes que se rearticulam de forma a dar novo significado ao conjunto enquanto revelam sua antiga lógica.

 

As intervenções propostas para a vila de Casas de Funcionários objetivam a acomodação do programa dos cursos profissionalizantes e apresentam as seguintes características:

 

7. Casas de Funcionários Graduados: atualmente mantém seu uso e ocupação habitacional. Sua refuncionalização para uso do CMFP impõe adequações com o objetivo de abrigar os programas das oficinas “leves”. As intervenções mais significativas serão internas e suficientes para um perfeito ajuste funcional, sem nenhuma alteração volumétrica externa. Basicamente caracterizam-se por adequações na compartimentação da planta e novas instalações. As esquadrias, atualmente modificadas e com variadas soluções que em muito diferem das originais, estando no geral mal conservadas; serão substituídas por uma nova tipologia mantendo-se as envasaduras íntegras. As coberturas serão conservadas conforme suas volumetrias originais e com o entelhamento tipo francês.

 

8. Novo Galpão de Oficinas: para complementar programa destinado às oficinas que exigem espaços mais generosos e instalações mais específicas, propõe-se a construção de nova edificação com caráter eminentemente industrial com pé-direito mais elevado, implantada na região entre a Vila de Casas e a rua Cristóvão Colombo, em área de baixo impacto com relação à vegetação arbórea existente.

 

programa

 

Além do programa funcional do Centro Municipal de Formação Profissional planejados preliminarmente, consubstanciado por suas áreas pedagógicas, técnicas e administrativas além dos espaços públicos externos na praça que o envolve, a análise do conjunto edificado indicou alguns programas complementares interessantes e adequados ao objetivo da preservação e do uso público abrangente que se pretende implementar no local:

 

torre mirante-museu-biblioteca

Devido à sua volumetria e ampla visibilidade com relação à cidade e região optou-se pelo por um programa de incentivo à ampla visitação pública na antiga Torre de Destilação. Inicialmente a proposta prevê a construção de um Terraço-Mirante na sua cobertura, assim transformada pela construção de uma laje no lugar do telhado original; nos pavimentos 3,4 e 5, a reedição de um programa museológico temático relativo à história da Destilaria Central bem como à produção da cana-de-açúcar na região e seus produtos derivados; finalmente, nos pavimentos térreo, 1 e 2, aproveitando a relação da cidade com o livro – conhecida como Cidade do Livro - uma Biblioteca que, além de atender às necessidades do CMFP, tenha caráter circulante disponibilizando livros, revistas e jornais para os frequentadores dos equipamentos culturais e da Praça-Parque.

 

restaurante-escola:

Este programa deve favorecer a atração e permanência de pessoas no local. Além de serviços aos alunos, professores e funcionários funciona como programa de atração de outros usuários ao local além de funcionar como mais uma “oficina” na formação de mão de obra para bares, restaurantes, hotéis, etc.

 

galpão multiuso: auditório/teatro/cinema/instalações/festas

Além de ser um programa necessário para compor os espaços pedagógicos de um centro educacional de tal porte, este espaço pelas suas características de flexibilidade do partido arquitetônico adotado deve possibilitar a ocorrência de uso diversificado desde a configuração de auditório/teatro/cinema com 160 lugares até salão livre com pé-direito duplo para eventos de diversas naturezas – instalações, apresentações musicais, bailes, desfiles, etc – com possibilidades de eventos fechados ou abertos para a praça, amplificando seus serviços e utilização.

 

distribuição do programa funcional

A distribuição do programa objetivou setorizar a ocupação dos espaços construídos. Dessa forma foram constituídos dois conjuntos claramente definidos fisicamente separados através de espaço externo denominado Praça Central:

 

O Setor das Oficinas com a ocupação das Casas dos Funcionários com os cursos mais adaptáveis aos espaço originais dessas construções de forma a não exigir demasiadas transformações, complementado com um Novo Galpão para abrigar os cursos com maiores e mais complexas exigências funcionais .

 

O Setor Sociocultural e Administrativo ocupando os espaços industriais da antiga Destilaria Central. Além das áreas técnicas e administrativas – secretaria, diretoria, orientadores, professores, etc. - neste local serão instalados os programas culturais mais abrangentes – mirante, museu, biblioteca, galpão multiuso, restaurante, exposições, etc. Esses espaços, além de servirem ao CMFP propriamente dito, também estarão respondendo aos interesses da população em geral, disponibilizando para um maior número de pessoas o acesso ao patrimônio cultural preservado e recuperado.

 

etapas de execução

O projeto vislumbra a possibilidade de execução das obras por etapas conforme a disponibilidade de recursos. As prioridades de objetivos do CMPF deverão estabelecer as estratégias de implantação. A título de exemplificação imaginamos as seguintes etapas:

 

etapa 1:

Consolidação de todos os elementos a serem preservados com risco de desmoronamento;

Recuperação e adequação das Casas de Funcionários para implantação das oficinas “leves”(...); Recuperação e Adequação do antigo Galpão Principal em volta da Torre de Destilação, para abrigar os setores técnicos-pedagógicos e administrativos, o Restaurante-Escola e as Áreas Expositivas;

Praça Central, com a recuperação do Reservatório D’água e construção do Deck;

Sistema de Acessos: Via de Acesso de Veículos e Estacionamento, a Rua de Serviços e a Viela Central do conjunto da Destilaria;

etapa 2:

Construção do Novo Edifício para abrigar as Oficinas “pesadas” (mecânica de automóveis, marcenaria, mecânica de bicicletas, eletricidade predial, tecidos);

etapa 3:

Restauro e Adequação da Torre de Destilação para abrigar o Mirante, Museu e Biblioteca;

etapa 4:

Construção do Novo Edifício do Galpão Multiuso/Auditório (160 lugares), integrado às paredes remanescentes do antigo Depósito.

 

paisagismo

O presente projeto visa a organizar a praça que abrigará C. M. de Formação Profissional Pref. Ideval Pacolla, oferecendo aos seus frequentadores e aos moradores do entorno espaços de convivência, lazer, esporte e fruição de espaços ajardinados.

 

Buscou-se criar uma praça que instigue as pessoas a explorarem seus diferentes ambientes, oferecendo ampla diversidade de opções de uso, com facilidade de compreensão do espaço e unidade no que diz respeito à integração do Centro de Formação à praça.

 

segurança

Ambientes com boa visibilidade e sempre dois acessos; parquinho infantil delimitado com cerca baixa (0,80m) e vegetação arbustiva baixa para facilitar o cuidado com as crianças; é prevista iluminação para uso noturno; caminhos em forma de circuito.

 

materiais

Pisos: asfalto, cimentado e piso emborrachado, garantindo acessibilidade; aparelhos de ginástica para uso ao ar livre e brinquedos do parquinho produzidos com materiais e procedimentos sustentáveis.

 

vegetação

Principalmente árvores nativas, de forma a enriquecer a diversidade da vegetação existente, inclusive com árvores frutíferas; palmeiras altas para sinalizar a localização do centro na paisagem urbana, já que a praça é rodeada por edificações baixas; espécies com diversidade no que diz respeito a formas, cores, aromas e textura, propiciando rica experiência sensorial aos frequentadores.

 

ambientes

Pátio de chegada, arquibancada para o teatro, esportes (campo de futebol, quadras poliesportivas e gramado), bosque, área para crianças próxima à dos adultos, separada da dos jovens, por questões de compatibilidade de usos; áreas de piquenique; ambientes diversos em seu caráter, de forma a oferecer opções aos usos e preferências diversos.

 

circulação

A praça tem 5 acessos – 3 exclusivos para pedestres: campo de futebol, parquinho infantil e entrada principal do centro e 2 para pedestres e veículos automotores. caminhos internos divididos em exclusivos para pedestres e de uso compartilhado com veículos automotores, para pessoas portadoras de deficiências e veículos de serviço. caminhos estruturados de forma a criar um circuito, evitando becos sem saída.

 

antigos reservatórios de álcool

Pintados de azul, receberão grafitti feito por jovens da cidade.

 

mobiliário urbano

Bebedouros junto ao campo de futebol, quadras, parquinho e área de equipamentos de ginástica; lixeiras nesses mesmos ambientes e ao longo dos caminhos, com separação de lixo reciclável; bancos no sol e na sombra, ao longo dos caminhos e em todos os estares; paraciclos junto aos 3 acessos exclusivos de pedestres, para estimular o uso de bicicletas.

 

projetos complementares

Sinalização – indicação de (1) situação geográfica, (2) acessos, (3) edifícios/ambientes e sua história, (4) ambientes em área livre e (5) vegetação significativa; Iluminação – todos os ambientes externos, sendo que em áreas de vegetação arbórea adensada, instalação abaixo das copas das árvores; fiação enterrada, para evitar a poluição da paisagem; Drenagem – encaminhamento adequado de águas pluviais; Acessibilidade: atendimento à ABNT NBR 9050.

 

equipe:

Eduardo Colonelli, Marina Colonelli, Marcelo Anaf, MIchelle Waisblut

 

 

Rua São Vicente de Paulo 95 cj 124 | Santa Cecília | CEP 01229-010 | São Paulo SP Brasil | epaulistano@epaulistano.com.br